Quem constrói não julga o próprio trabalho.
Quando o mesmo agente cria o design e avalia o design, ele aprova quase sempre. Não é má vontade: ele está com as decisões frescas e enxerga a intenção, em vez do resultado. A skill separa as duas funções.
Um agente constrói a peça. Três críticos independentes, que nunca viram ele trabalhar, olham só a imagem renderizada e dão um veredito binário. O que reprova volta pro construtor. O ciclo repete até os três aprovarem ou o teto de rodadas bater.
A técnica original se chama Gauntlet Loop.
Popularizada pelo Matt Shumer. Esta versão é adaptada pra peça de marca.
A skill precisa dos críticos e de um renderizador.
Ela depende de três coisas pra funcionar de verdade: os arquivos dos críticos, o guia de marca e a capacidade de transformar HTML em imagem.
$ npx --no-install playwright screenshot --help
Se esse comando responde, a renderização está de pé. Sem ela o crítico visual fica cego, e o loop inteiro perde o sentido.
Quando a peça precisa ficar boa de verdade, não só pronta.
É um processo caro em tempo e em token. Ele se paga quando o resultado vai ser visto por muita gente ou representa a marca.
Site ou landing
Página que precisa sustentar comparação com a referência que você admira.
Peça de marca
Quando cor, tipografia e espaçamento precisam obedecer ao guia.
Bater uma referência
Você tem um exemplo na mão e quer chegar naquele nível.
Apresentação
Material que vai ser projetado e não admite acabamento improvisado.
Eu chego com a referência aberta, não com um adjetivo.
Referência vaga é a causa número um do loop falhar: sem um padrão concreto, o crítico inventa o próprio critério e aprova fácil. Link, print ou arquivo, sempre algo que dê pra abrir e olhar.
Roda o loop de design nessa peça. A referência
é esse link, o teto é cinco rodadas, e o guia
de marca é lei.
Em qualquer peça que vire imagem: carrossel, site, slide ou animação.
O que define o alcance é a renderização. Se a peça pode virar PNG, os críticos conseguem julgar. Por isso ela cobre desde slide de carrossel até página inteira de site, e funciona tanto no Claude Code quanto no Codex, já que os críticos são subagentes comuns lendo os mesmos arquivos.
Sem as três leis, o loop vira teatro caro.
Se o crítico lê o código em vez de ver a imagem, ele volta a avaliar intenção. Se ele sabe que é a quarta rodada, pega leve. E se o veredito vira nota, o oito e meio sempre parece bom o bastante e o processo para cedo. Quebrou qualquer uma das três, você gastou muito token pra receber o que um pedido simples entregaria.